O ponto G é real — não é mito nem exagero. É uma zona de tecido erógeno com características específicas que, quando estimulada da forma certa, pode produzir orgasmos intensos e distintos dos clitorianos. A razão pela qual tantas mulheres dizem "nunca o ter encontrado" é simples: a estimulação errada, simplesmente, não funciona.
Localiza-se na parede anterior da vagina, a cerca de 5 a 7 centímetros da entrada — geralmente identificável ao curvar os dedos num gesto de "vem cá" depois da penetração digital. É composto por tecido esponjoso semelhante ao da próstata masculina, o que leva alguns investigadores a chamar-lhe "próstata feminina".
Quando excitado, este tecido incha ligeiramente e a sensibilidade aumenta de forma percetível ao toque — uma textura mais rugosa do que o tecido circundante costuma ser o sinal mais claro de que se está no local certo.
Pressão firme e constante, em vez de toque leve, costuma ser mais eficaz nesta zona específica. Combinar com estimulação clitoriana simultânea aumenta significativamente a intensidade para a maioria das mulheres. E, sobretudo, é preciso tempo e excitação prévia — tentar estimular o ponto G antes de haver excitação suficiente raramente produz resultado.
Como Aumentar a Libido Naturalmente: o Que a Ciência Confirma
Como Funciona o Desejo Sexual Feminino: Biologia e Psicologia
Perdi o Desejo Pelo Meu Parceiro (Mas Ainda o Amo)
Este artigo é só uma parte do site. Descobre anúncios reais perto de ti: